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| Foto: Google Imagens. |
Segundo
dados históricos, em 14 de setembro de 1758 D. Maria I, a Louca,
concedeu ao povoado aqui existente, o nome de Vila do Pilar dos
Cariris de Baixo. Regressemos
aos anos finais do século XVIII e percebamos o quão era próspera a
Vila do Pilar; mesmo com ruas não tão definidas, já apresentava
como elementos de sua composição paisagística algumas propriedades
imóveis, tais como: A antiga Igreja Matriz, o Sobrado do Comendador
Quincas Napoleão e a Casa de Câmara e Cadeia.
Faço
convite para que percebas, sem usar de esforços maiores, na Vila o
Pilar do século XVIII (composta por três prédios e ruas
indefinidas) um índice de desenvolvimento superior ao que nos é
apresentado nos dias atuais.
Passaram-se
254 anos e, de forma lamentável, Pilar-PB continua a seguir o seu
caminho pelo avesso. Ainda assim, no ano de 1999, o berço de José
Lins do Rego foi a primeira cidade brasileira a ser aceita como
membro da Associação Internacional de cidades Educadoras com sede
em Barcelona – (Espanha).
Provoca-me
risos incessantes a forma que a mísera elite local ousa confundir a
teoria com a prática. Todavia, não posso negar – mesmo não
aceitando – o fato de que o município de Pilar – PB é uma
cidade educadora. Contudo, é esta uma teoria.
Tendo
como base teórica a Carta e Estatutos de Associação Internacional
das Cidades Educadoras, farei cair por terra, a máscara responsável
por ocultar os defeitos da cidade de Pilar para que a mesma viesse
ser considerada cidade educadora no ano de 1999.
Tratarei
de realizar uma análise das qualidades necessárias para que uma
cidade possa ser considerada merecedora de tal título. Destarte,
provarei que neste “ilustre torrão”, a teoria e a prática não
ocupam o mesmo plano.







Se Pilar ganha tal título do jeito que está, defendo o pensamento que quando alcançar o status de "Cidade" (com 'C' maiúsculo) vai ganhar o Nobel! É cada "piada" que vejo diariamente! Prosperidade educacional aqui? Irônico não?
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